terça-feira, 30 de agosto de 2011

MÍDIA, ESCOLA E LEITURA CRÍTICA DO MUNDO



MÍDIA, ESCOLA E LEITURA CRÍTICA DO MUNDO

Os educadores vem observando há um tempo a influência da mídia sobre as pessoas. Interferindo direta ou indiretamente no comportamento em geral, dos indivíduos. Essa preocupação é devido a forma negativa que ela exerce sobre as pessoas por não saberem utilizá-las de maneira apropriada. Principalmente as crianças, adolescentes e jovens.

Há uma grande preocupação com relação ao baixíssimo nível de compreensão e interpretação dos alunos do Ensino Fundamental e médio. O simples fato do livro didático conter um texto ou fragmento jornalístico não quer dizer que vai haver uma leitura crítica do mundo. Porque nem sempre no texto é relacionado os fatos presentes com suas causas e conseqüências.

É insuficiente o número de bibliotecas públicas existentes no país. Sendo portanto a  escola, o órgão fundamental e alguns casos o único na formação de leitores. Muitos alunos, sejam eles por causa das condições econômicas ou por falta dessa prática em casa, acabam tendo esse contato com os livros somente no espaço escolar.

A leitura de qualidade torna-se privilégio de poucos. A leitura é um instrumento valiosíssimo que o povo tem nas mãos para se libertar  de seus opressores. Quando má utilizada, ou seja, quando não é compreendida e interpretada, indo além das entrelinhas acaba tornando-se fonte de massificação popular. Gerando-se um senso comum e o indivíduo não precisa ter o trabalho de refletir sobre os códigos decodificados. Sendo agentes passivos da leitura da realidade existente. É através da leitura crítica da realidade, que a sociedade em diversos segmentos, conseguem se organizar e transformar aos poucos os conflitos existentes. Quanto maior for essa organização, melhor e eficiente será sua abrangência. 

A mídia imprensa vem a algum tempo fazendo parceria com algumas escolas, como prática pedagógica de ensino. Consequentemente, exercendo influência nos educadores e alunos sobre os acontecimentos da realidade. No momento da leitura desse material impresso oferecido às escolas, os educadores devem estar bem atentos ao texto. Observando as posições de diversos textos, referente ao mesmo assunto, para então, procurarem fazer a leitura da realidade. Sabendo-se que essa interpretação poderá ser modificada, com surgimento de novas informações. Estando atentos com a manipulação proposital das informações.

O jornal, dependendo de como ele é utilizado, poderá contribuir na construção de um conhecimento mais amplo e multidisciplinar. Mesmo assim, a leitura está em baixa e são poucos os jornais escolares criados.  É uma forma dos alunos se tornarem agentes atuantes na construção da sua realidade. Escrevendo as suas visões criticamente da realidade interpretada. Podendo assim, depois de aprenderem a manipularem o jornal e como produzirem diversos gêneros textuais, terão embasamento para produzirem seus próprios textos. Distribuindo para a comunidade escolar e comunidade em que vive. Se conseguirem os recursos financeiros apropriados para a divulgação do mesmo. Fazendo com que as suas escritas tenham dimensões mais abrangentes que o âmbito escolar.

Hoje, não basta a velocidade das informações. Muita informação, jamais será sinônimo de conhecimento. O conhecimento exige de nós tempo para fazermos leituras diversificadas sobre um determinado assunto. Ela não pode ser superficial. Precisa ser aprofundado, através de diversas fontes. Por isso, que na maioria das vezes levam-se um determinado tempo para adquiri-lo.

Os educadores devem aprender a dominar os mais diferentes tipos de mídias para que a partir delas possam aprofundar o conhecimento dos alunos. Tendo elas como instrumentos a mais em despertar o prazer pela leitura e o interesse em conhecer a realidade que os cercam.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Amizade

ESCOLA MUNICIPAL TISURO TSUJI BARROS CUNHA.
Amizade

Amigos, são amigos,
como eu e você.
Você gosta de doce e eu de suflê.

Brigamos e brincamos,
a gente se adora.
Estaremos sempre juntos
na tristeza e na glória,
a nossa amizade,
será sempre forte.

Mas uma coisa sei,
seremos amigos pra todo sempre.
E quando estiver triste,
estarei sempre presente.

Mesmo se um dia estiver longe,
você estará no meu coração.
Por isso que eu te adoro,
meu amigão!

Professora: Valdirene
Autores: João Vitor, Daniel, Victor Manuel e Higor Vinicíus.
(alunos do 4º ano C)


DROGAS


ESCOLA MUNICIPAL TISURO TSUJI BARROS CUNHA

DROGAS

Não quero drogas,
quero somente felicidade.
A droga causa morte
e infelicidade,
destruindo a humanidade.

A droga não escolhe
religião, raça, tamanho
ou nível social.
Ela só quer pegar as pessoas
pra fazer mal.
Ela só existe,
porque o ser humano à faz.

É incrível como se fala
do rico e do pobre.
Quando o rico usa droga
é doente
e o pobre delinquente.

Autores: 4º ano:B
Professora: Valdirene

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Aula sobre drogas

Curso: Tecnologias em Educação.

Cursista: Valdirene P. da Silva.

Tutora: Claudia Totoro.


Plano de aula.
Atividade: 1.5.

Atividade: pesquisa online.

Tempo: 1:30 h.

Objetivo: conscientizar dos perigos que as drogas exercem fisicamente e psicologicamente nas pessoas.

Encaminhamento:os alunos irão ver um vídeo sobre drogas;
http://www.youtube.com/watch?v=XZavP-BpCag;será feita uma discussão e uma dramatização sobre o assunto.

Atividade: 3.1 Contextualizando da teoria à prática

Curso: Tecnologias em Educação.
Cursista: Valdirerne P. Da Silva.
Tutora: Claudia Totoro.

Procuro sempre conscientizar meus alunos com situações que acontecem na sala de aula, na escola ou no cotidiano. Gosto de observar o que eles estão falando ou fazendo e quando surge uma oportunidade faço alguns questionamentos e observações sobre o assunto ou um determinado tipo de comportamento.
Alguns anos atrás, vi meu aluno que era negro tentando constranger uma colega por ser negra. Percebi então, que ela começou a não se aceitar e se sentir mal com os comentários dos colegas. Trabalhei uma poesia que falava de um menino negro que vivia nas ruas.
A partir dessa poesia, trabalhei com eles: discussão, contextualização, e confecção de cartaz sobre preconceito racial. Depois disso, ela começou a se valorizar e os comentários do colega não mais atingia, porque ela percebeu que o que realmente vale é o que realmente somos.
Se fosse hoje, com recurso da internet, poderíamos ter feitos pesquisas através de vídeos, notícias, etc., para tornar a aula mais atrativa.

Atividade: 2.2 Depoimento sobre a internet

Curso: e-proinfo.
Cursista: Valdirene P. da Silva.
Tutora: Claudia Totoro.
Atividade: 2.2
Depoimento sobre a internet
Como tudo que é novidade a internet causou no primeiro momento dúvidas e inclusive um certo desconforto por não saber como utilizá-la. Uma sensação de incapacidade que foi sendo superada com ajuda das colegas, uma ajudando a outra. Um verdadeiro aprendizado coletivo. Sendo essas trocas de informações uma constante no meu ambiente de trabalho.

Agora sinto mais segura em trabalhar com a internet, no que diz respeito ao lado pedagógico. Porém, não sinto confiança em utilizá-la nas minhas atividades pessoais, como comprar e acessar conta de banco porque tenho medo de meus dados pessoais serem usados com má fé por um hacker. Mas, sei que sempre terei que estar atenta para continuar me atualizando, para obter novas informações que poderão me ajudar no dia-a-dia.

atividade: 1.6 ensinar com as tecnologias e midias digitais

Nos tempos atuais é impossível o professor continuar estático no que se refere aos avanços tecnológicos. Ou seja, o básico pelo menos necessita dominar. É possível dosar os conteúdos tradicionais, utilizando-se das mídias tecnológicas existentes na escola para o enriquecimento de suas aulas e do planejamento.